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Transplante com dois doadores vivos

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O transplante de fígado divide-se basicamente em duas modalidades, com um doador cadáver (fígado inteiro ou dividido) ou com um doador vivo. No caso do transplante de doador vivo, um pedaço do fígado do doador é retirado cirurgicamente e transplantado para o paciente que está necessitando do transplante, chamado receptor.

O transplante de fígado com doador vivo existe pois a oferta de órgãos de doadores cadáver (aquele paciente com morte encefálica) é menor que o número de pacientes que esperam por um transplante. Essa discrepância resulta em uma mortalidade em lista de espera, que é uma taxa do número de pacientes que precisam de um transplante mas acabam não recebendo o tratamento, que morrem antes de receber o órgão.

Nosso fígado possui 2 lobos, um lobo direito (maior) e um lobo esquerdo (menor), que correspondem a aproximadamente 60% e 40% do volume do órgão, respectivamente.

 

 

 

Para que um transplante de fígado com doador vivo seja bem-sucedido, a medicina precisa equilibrar uma importante equação: o tamanho (peso) do fígado que está sendo utilizado precisa ser suficiente para satisfazer as necessidades metabólicas do receptor e o tamanho (peso) do fígado que fica precisa ser suficiente para as necessidades do receptor.

Resumindo: quem doa não pode ficar com pouco e quem recebe não pode receber pouco.

A maior parte dos transplantes inter-vivos de fígado em adultos é realizado quando o lado direito (maior) do fígado do doador é retirado e transplantado no receptor. Em crianças, geralmente o lado esquerdo do fígado (menor) do doador é utilizado no transplante.

A quantidade (tamanho) de fígado necessário para o receptor é calculado baseado em seu peso corporal e a quantidade de fígado (tamanho) do lado esquerdo e direito do doador é estimado através de exame de imagem, chamado tomografia computadorizada.

A doação do lobo direito pode prover uma maior quantidade de tecido hepático para o receptor, porém às custas de uma cirurgia de maior porte e riscos para o doador. A doação do lobo esquerdo, provêm menos tecido hepático para o receptor, porém com riscos cirúrgicos significativamente menores.

Como normalmente a quantidade de tecido hepático de um lado esquerdo de um doador é insuficiente para um receptor adulto, surge a possibilidade de utilização de dois lobos esquerdos de dois doadores vivos em benefício de um único receptor. Os dois lobos esquerdos de dois doadores diferentes são transplantados em um único paciente.

O objetivo dessa técnica, transplante com dois lobos esquerdos de doador vivo, é reduzir os riscos da cirurgia do doador e suprir uma quantidade adequada de tecido hepático para o receptor, permitindo a recuperação de sua saúde.

 

Essas informações não possuem a intenção de substituir atendimento médico. Você não deve utilizar essas informações para diagnosticar ou planejar um tratamento para um problema de saúde sem consultar um médico. Se você está em alguma situação que coloque em risco sua saúde ou de emergência, procure ajuda médica.

Doe órgãos.

Essas pessoas foram transplantadas e
receberam uma nova oportunidade.
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